Historia
A história de Baldur’s Gate 3 começa com uma cutscene intensa: o protagonista é abduzido pelos temidos devoradores de mentes, seres de outra dimensão com mentes interligadas em uma colmeia psíquica. Eles infectam suas vítimas com um parasita que se aloja no cérebro através do olho — um processo grotesco que transforma qualquer um em parte dessa consciência coletiva.
Porém, enquanto a nave é atacada por dragões vermelhos, o protagonista escapa do casulo, interrompendo temporariamente a transformação. A partir daí, seu objetivo principal é claro: descobrir uma forma de se curar antes que seja tarde demais.
O mais interessante é que o restante da história é você quem escreve. Em Baldur’s Gate 3, o jogador tem total liberdade para moldar sua jornada: seja como um paladino nobre disposto a salvar Faerûn, ou como um lorde sombrio que deseja dominar tudo à sua volta.
O sistema de escolhas é tão complexo que o jogo oferece cerca de 17 mil variações de finais possíveis, de acordo com decisões feitas durante toda a campanha. Claro, nem todos esses finais são “principais” — muitos são ramificações menores dos desfechos centrais, que envolvem, por exemplo, salvar ou conquistar o mundo.
Essas possibilidades nascem de suas ações, alianças, decisões morais, personagens que conheceu ou matou, e até do romance (ou inimizade) com companheiros. Isso garante que cada jogatina seja única.
Além disso, a variedade de classes e subclasses também afeta sua história. O jogo oferece opções para todos os estilos: seja um mago com décadas de estudo, um ladino silencioso, ou até mesmo um paladino com um juramento divino. E ainda há a possibilidade de criar multiclasse, como um guerreiro-clérigo ou um feiticeiro-bardo, expandindo ainda mais as formas de se jogar e contar sua história.
Gameplay
Baldur’s Gate 3 — seu gameplay é o clássico jogo de turno com exploração de um mundo semiaberto com câmera isométrica. O jogador interage e se movimenta no game pelo sistema de point and click. Para quem não está familiarizado, é a movimentação de apontar e clicar no local que queira se movimentar no mapa ou interagir com um objeto ou NPC, como em League of Legends (LoL).
Liberdade de Exploração e Abordagem
O jogador tem a liberdade de explorar os 3 mapas, cheios de lugares secretos, cavernas, florestas, com aliados e inimigos ao redor, com liberdade de lidar da maneira que quiser — sendo no stealth, atacando ou até mesmo na lábia e conversa, convencendo que são aliados.
Sistema de Dados e Influência de D&D
O jogo também possui um sistema único de dados que, para os jogadores de Dungeons and Dragons (D&D), será bastante familiar, já que o jogo também tem como inspiração. O jogador rola os dados de 20 lados para que tenha sucesso ou fracasso em suas ações, então a sorte é também sua aliada ou inimiga.
Interação com o Ambiente
Todo o ambiente ao seu redor pode te mostrar algo para ajudar em sua jornada, seja um barril explosivo ou uma pequena poça de água. O jogador pode usar o ambiente ao seu redor da forma que quiser — ou até mesmo transformar o ambiente a seu favor.
Ambientação
A ambientação de Baldur’s Gate 3 é incrível. Muitas pessoas podem não achar ou gostar da câmera isométrica, porém, este não é de longe um problema para o jogo. Com uma narrativa envolvente e personagens carismáticos, o jogo consegue criar uma conexão com o jogador, e você se sente dentro do mundo, o que torna ainda mais incrível toda a experiência que o game proporciona.
Um mapa rico em detalhes e com ambientes lindos, e a trilha sonora do jogo enriquece ainda mais todos esses detalhes deste jogo maravilhoso.
Trilha sonora
A trilha sonora do game é impressionante, sendo facilmente muitas delas buscadas para serem ouvidas de novo, como Down by the River, uma de minhas músicas favoritas em todo o game. Seja passeando em um bosque tranquilo ou uma floresta amaldiçoada, a trilha sonora aumenta ainda mais a imersão do jogador, trazendo com certeza o que os devs buscaram proporcionar: desde sensações de perigo até batalhas épicas — o que não será falta em todo o jogo.


